Não há como denominar isso,
Nem como explicar tamanha petulância,
Só não queria que tivesse acontecido assim,
Um erro de cálculo e tudo pelos ares.
Tentei o certo na hora errada,
Não usei nada, nem mesmo guardara algo,
Apenas achei que fosse certo,
Mas o arrependimento ficou no asfalto.
Queria que fosse errado achar que aquilo é certo,
Mas não prometo não errar de novo,
Afinal, o erro não é esse,
É ficar sempre com isso no peito.
Quero um alívio, tirar isso de mim,
Que me reprime, me machuca e me incomoda,
Mas sem prejudicar ninguém,
Talvez nunca aconteça da forma que quero,
Mas se acontecer, espero que não seja venéreo.